Da moça à moça

7 jan

A moça das coisas contrárias, do que ninguém jamais imagina que ela vá fazer. A cada segundo um dia novo, uma vida nova, uma moça nova. Extremidades, bizarrices, burrices, oito ou oitenta. Talvez alguém possa a entender, talvez alguém possa tentar conviver, tentar. Não custa nada, basta saber, querer saber. Imaginações, ser diferente e ser igual. Autenticidade e dias de preguiça de ser autêntica, aí faz cópia de algumas coisas. Mas sempre há um detalhe, um pedaço seu, em qualquer canto escondido. Dos livros, dos bichos, dos amores, das carências, da sinceridade, da música – por mais que não entenda -, das tatuagens, do mais sincero da arte humana. Irritações por vezes excessivas, carinhos por vezes necessários, uma síndrome. Uma vida dentro de muitas, muitas dentro da vida da moça. Exageros comuns, nada que sobra presta, mas há que sobrar. Maníaca. Sofredora intensa de todas as tensões femininas. Feminina, um quarto masculina. Pensa, mas de nada adianta. Age, mas nem sempre funciona. Imediata, inimiga da espera. Amiga da perfeição. Estranha, feliz assim.

Por @casebratti

Através deste texto que nos retrata é que damos início a uma nova troca de experiências femininas.

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